A bancada
João Marques e Ricardo Sá conhecem-se nos anos noventa, num pavilhão de Aveiro, a montar mangueiras hidráulicas. São vinte anos de bancada antes da INEA começar.
A INEA começou pequena. Não corrigimos esta frase porque continua, em quinze anos, a ser verdade. Crescemos devagar, com clientes de quem nos lembramos do nome, e isso fica nesta casa.

Nem todas as instalações são para esconder. Esta, em cobre recozido, é uma das que tratamos com mais carinho.
João Marques e Ricardo Sá conhecem-se nos anos noventa, num pavilhão de Aveiro, a montar mangueiras hidráulicas. São vinte anos de bancada antes da INEA começar.
Em 2010 alugam um pavilhão de quatrocentos metros em Canelas. Compram uma carrinha em segunda mão. Começam com duzentas e oitenta referências e três clientes da antiga oficina.
Em 2014 entra o primeiro engenheiro mecânico para responder a pedidos de dimensionamento. A crimpagem passa a ser feita em casa. Decide-se que tudo o que estiver em catálogo tem de estar em stock.
Em 2018 muda-se para o atual armazém de mil e oitocentos metros. Triplica-se o stock para duas mil e quatrocentas referências. Entra a família de pneumática, com acordo ibérico exclusivo.
Três mil e duzentos metros, dezoito pessoas, oitocentos clientes em catorze setores. A nova ala de mil e quatrocentos metros é dedicada a tubagem industrial e construção. A porta continua a mesma e abre às oito e meia.


Em Canelas, das oito e meia às seis e meia. Café no balcão e tempo para perceber o que precisa.